Recentemente, um novo método vem se destacando e levantando preocupações entre os profissionais de saúde. Trata-se da comunidade de ‘biohacking’, onde indivíduos buscam aprimorar seus próprios corpos utilizando suplementos conhecidos como ‘smart drugs’.
Esses compostos são sintéticos e se diferenciam dos métodos naturais, como por exemplo, a ingestão controlada de cafeína. As ‘smart drugs’ são combinações de vitaminas e aminoácidos encontrados em plantas e alimentos, manipulados em farmácias de forma controlada e regular, e administrados pela própria pessoa em busca de otimização.
Os defensores desse método argumentam que há um descompasso entre o corpo humano e a evolução tecnológica atual. Enquanto os dispositivos e softwares evoluem rapidamente, o corpo humano não acompanha o mesmo ritmo. Por isso, a busca pelo aprimoramento se torna uma prioridade para alguns, como é o caso de Renato Braga, que utiliza determinados compostos para melhorar sua cognição e concentração no dia a dia.
Ressalta-se que a Anvisa regula o uso desses medicamentos, com restrições específicas de acordo com as condições de saúde de cada pessoa. É importante observar as contraindicações e possíveis riscos associados ao uso de ‘smart drugs’ e nootrópicos, uma prática que tem ganhado popularidade nos últimos anos.
O debate em torno do ‘biohacking’ divide opiniões na comunidade médica, com alguns profissionais questionando a falta de estudos detalhados sobre os efeitos dessas substâncias no organismo. Enquanto alguns defendem a abordagem, ressaltando a importância da experimentação controlada e do monitoramento da saúde durante o processo.
No final, o importante é lembrar que cada corpo reage de forma diferente a esses compostos, e a cautela é essencial ao explorar novas formas de aprimoramento pessoal e biológico.




